https://www.google.com/adsense/new/u/0/pub-3159886379608766/home Pega o Mapa!: 2017

terça-feira, 28 de março de 2017

Uruguay (Post Colaborativo)


O Uruguay entrou na minha vida, como destino frequente de viagens, há mais ou menos três anos quando meu filho, que morava em Porto Alegre, me disse que ia "dar um rolê lá". Ir a Montevideo de Porto Alegre leva, de ônibus, cerca de 14 horas. O que é bem menos do que vir de Porto Alegre a Brasilia usando o mesmo meio de transporte. O "rolê" virou residência antes dele voltar. Numa ligação, ele me disse que ia buscar as coisas dele em Porto Alegre e mudar pra lá. 

Fui visitá-lo, pela primeira vez, em abril de 2015. Já tinha ido uma única vez a Montevideo, bem antes dele nascer, de navio e fiquei somente um dia. Nessa ida fiquei só em Montevideo. Minha primeira impressão, que aliás dura até hoje, é que a cidade é uma miniatura do Rio de Janeiro, bem menor e bem menos violenta também. 


montevideo
(imagem da internet) 

Mas vamos começar pelo começo:

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Sydney (Post Colaborativo)


P. Sherman 42, Wallaby Way, Sydney

Ir a Austrália e não ir a Sydney é como ir em um rodízio de japa e ficar comendo o yakissoba.  É o must have da viagem. É o TEM que ir. Não vá a Austrália se você não for a Sydney meu amigo.

A primeira coisa que fiz quando cheguei em Sydney foi procurar a rua do Nemo, P. Sherman 42, Wallaby Way, Sydney, mas infelizmente ela não existe. Mas para alegria de todos e felicidade geral da nação, a gente consegue ver o Nemo em qualquer aquário por lá.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Empregos na Austrália (Post Colaborativo)


Cangurus, faxina e feijoada!

Acho bom contar como me virei por lá 6 meses né?

Então, como disse, conheci brasileiros super legais, que me apresentaram o mundo dos “cleaners”, a maioria dos brasileiros na Austrália ou trabalha com construção civil, faxina ou restaurantes. E isso dá para você se virar bem! Meu objetivo nunca foi juntar dinheiro. Eu fui aprender inglês e passear, então queria qualquer coisa que me desse uma graninha para comer, e guardar para uns passeios.

Qual é o melhor jeito de procurar emprego?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Seis meses na Austrália (Post Colaborativo)


"Com meus 20 e pouquinhos anos, não estava muita satisfeita no meu emprego, vendi meu carro e decidi fazer um intercâmbio (sim, clichê igual todo mundo com 20 e poucos anos).

Passaporte na mão, dinheiro no banco, só me faltava o destino. 

Procurei uma agencia que me ajudou muito! Fui Super bem orientada. Me ajudaram com acomodação, visto, escola, tudo que eu precisava. Entre tantos destinos nesse mundão, me veio a Austrália, o visto não é tão difícil de tirar, você precisa ter uma renda boa para comprovar (tinha a grana do carro no banco) e além de estudar o inglês você pode trabalhar legalmente no país, o que ajuda demais nos gastos. 

Austrália era o país... e a cidade? Bom, no Brasil moro na roça, não sei andar em cidade grande... Sydney nunca foi uma ideia, Melbourne diziam que era parecida com São Paulo, Gold Coast tinha muitos brasileiros... foi aí que surgiu Brisbane... e Brisbane, ganhou meu coração. 

Pega o Mapa Colaborativo!

Conversando com amigos que compartilham do mesmo amor por viagens, me veio a vontade de abrir o blog para que eles pudessem contar suas histórias incríveis das viagens mundo afora. Nem todo mundo que viaja quer ter um blog, mas todo mundo que viaja tem histórias pra contar! Se você também tem uma, manda pra gente!  A primeira é uma série de 3 textos da Denise, minha prima viajada que morou na Austrália. Então vem!





quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

O textão de despedida

** Texto começado na minha última semana a bordo e finalizado em casa**

Seis meses a bordo e a palavra é exaustão. O corpo precisa descansar. As pernas doem muito e os joelhos não são mais os mesmos. Hora de voltar para casa. Hora de deixar a outra casa para trás.

Depois de 6 meses, o navio se torna a nossa casa. Aquelas pessoas com costumes e línguas tão diferentes se tornam a nossa família, e são elas que irão enxugar nossas lágrimas e nos dizer para não desistirmos, que aquele foi só um dia ruim e que "amanhã é dia de porto e vai ser lindo!"

Morar em um navio não é tão simples. Sabe aquela hora que você desce ali na padaria rapidinho porque a fome bateu? Ou aquela lanchonete que você liga tarde da noite só porque deu vontade? Nada disso existe. O que existe é hora para comer a comida que está disponível no menu de hoje. E pode não ser a hora da sua fome, e raramente será a comida que você gosta. Mas depois de alguns meses, você aprende a levar escondido comida para a cabine, e até pro trabalho. Você sorri com uma gratidão genuína quando sua colega chinesa da pizzaria te ajeita, escondido, um pedaço de pizza dos passageiros, ou quando o filipino que trabalha de frente pra sua loja enche seu copo de sorvete e só te cobra por uma bola. Morar em um navio é parceria.