https://www.google.com/adsense/new/u/0/pub-3159886379608766/home Pega o Mapa!: PERU 12 - Machu Picchu

domingo, 1 de novembro de 2015

PERU 12 - Machu Picchu

DIA 4: MACHU PICCHU!!!!!!!!!!!!!

Meu Deus que ansiedade! Pegamos as mochilinhas com uns lanches que havíamos comprado  à noite (comer lá em cima não é barato, people!) e saímos para o ponto de ônibus. Esse ônibus sobe uma estrada até a entrada do parque, mas esse mesmo trecho pode ser feito por uma trilha, que creio que leve mais ou menos 2 horas. Quanto às roupas, fizemos como foi sugerido em outros blogs: blusa pra calor e pra frio, porque o tempo lá em cima é muito instável.

Durante a subida de ônibus, todo mundo fica desesperado pela paisagem, mas o Machu Picchu não pode ser visto de lá, o que só aumenta nossa ansiedade.

Chegamos no portão do parque, que ainda estava fechado.




Nosso guia chegou e nos disse que houve uma mudança, que nosso grupo não seria mais de 10 pessoas, e sim de 20, e que ele faria as explicações tanto em inglês quanto em espanhol. Para quem leu os posts anteiores, eu indico que todas as visitas guiadas seja em espanhol, mesmo que você não domine a língua, porque em inglês eles acabam não sendo tão detalhistas, já que têm um vocabulário mais restrito. Na portaria do parque você encontra guias disponíveis por 50 soles, o que honestamente vale muito a pena, porque vamos combinar: é o Machu Picchu e fazer uma visita sem guia ou mal guiada faz a viagem perder o sentido (um parênteses pra quem economiza na comida e na acomodação e investe nos tours). Então ficamos meio putas com essa mudança repentina e informamos ao nosso guia que contrataríamos outra pessoa para nós duas, pois não concordávamos com essa alteração para um grupo maior e de língua mista. Ele notou nosso incômodo, que havia errado, e insistiu para que ficássemos. Deu um jeito de separar os grupos e resolver o problema, um alívio e mais 50 soles pra gastar com outra coisa.

Subimos eufóricas, lendo as placas sobre o parque - A descoberta do Machu Picchu é atribuída ao explorador norte-americano Hiran Bingham (o mesmo que dá nome ao serviço de luxo da Inca Rail), que em 1911 teria apresentado a cidade sagrada ao mundo.



Os peruanos, no entanto, afirmam que agricultores locais já tinham ciência sobre a existência da cidade, mas desconheciam o seu valor arqueológico, e que o Machu Picchu teria sido descoberto cerca de 40 anos atrás, por  Augusto Berns, um alemão fazendeiro de Águas Calientes. De toda forma, as expedições que iniciaram a exploração do sítio arqueológico foi organizada pela universidade de Yale, pelo norte-americano. Existe, inclusive, uma briga entre os dois países a respeito de artefatos incas que foram levados aos EUA e nunca foram devolvidos ao seu povo.

Conforme vamos caminhando e subindo, o parque toma forma diante dos nossos olhos, até que...




A melhor parte é que o parque ainda está vazio, então tiramos fotos incríveis sem pessoas na frente! Lá em cima fez frio, depois fez muito calor, depois choveu e esfriou, e depois fez calor de novo, exatamente como havíamos imaginado.



Machu Picchu é, na verdade, o nome de uma das montanhas, mas não a mais famosa, e sim aquele de onde vemos o famoso cartão portal (essa onde eu estou na foto acima). A montanha ao fundo é a Huayna Picchu, e para subir nela é necessário comprar o ticket separado e com antecedência, pois as subidas são limitadas por dia e não existe cambista: se não comprou, perdeu. Nós não quisemos subir porque havíamos lido muita coisa sobre a dificuldade da subida, de que muita gente passou mal no caminho e que era necessário um ótimo condicionamento físico. Também lemos que a subida era muito tranquila e que não tinha nada demais. Enfim, decidimos não subir e depois de ver ao vivo, não me arrependo da minha decisão...

Tivemos todas as explicações detalhadas sobre o tipo de arquitetura, corte e polimento das pedras. Os lugares que eram reservados à moradia (uma espécie de dormitório dos alunos, separado por gênero) e os que eram para culto. 


 dormitórios - pedras menos trabalhadas

culto - pedras com polimento e encaixe perfeitos

A engenharia inca para o plantio e irrigação  parte utilizada para agricultura e a forma de irrigação.

os terraços para a agricultura e o canal de irrigação nas setas

por essas canaletas escorria a água da chuva

Enfim, é tudo realmente incrível e quase inacreditável! Com o nosso guia, visitamos todo o parque, e ele realmente era muito bom, valeu a pena termos ficado com ele afinal. É claro que nunca saberemos se tudo que ele disse é verdade, mas se não for, valeu mesmo assim, rs

O tour com o guia durou pouco mais de 2 horas, depois ficamos passeando, tirando fotos no estilo bem brasileiro...



Quando bateu a fome, saímos do parque pra comer (é proibido comer lá dentro), choveu um pouco, depois voltamos e ficamos até o por do sol. Neste horário o parque fica vazio novamente, uma coisa linda de viver *.*



Fomos embora com o coração feliz, dormimos no hotel e de manhã cedo retornamos para Cusco.

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