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domingo, 1 de novembro de 2015

PERU 11 - Cusco: Vale Sagrado dia 3

DIA 3: URUBAMBA + PISAC + OLLANTAYTAMBO + ÁGUAS CALIENTES

O terceiro dia foi aquele em que acordamos morrendo de ansiedade! Preparamos uma mochila que irá nos acompanhar pelos próximos 3 dias, pois faremos a última parte do Vale Sagrado e partiremos para Águas Calientes, que é a cidade-base onde fica o Machu Picchu. O dia será longo, dormiremos em Águas Calientes para subirmos o Machu Picchu no dia seguinte. Nossa mala ficará no hostel, para onde voltaremos depois.

Primeira parada: Urubamba! O Vale do Rio Urubamba é famoso, porque o rio é o mais importante da região e é responsável pela irrigação de toda o Vale Sagrado. Antes de fecharmos os pacotes de turismo, cogitamos um rafting no Rio Urubamba, mas o clima frio e nosso cronograma apertado nos fez desistir.

O visual é lindo, lindo, lindo, lindo...

Seguindo a paisagem linda, chegamos em Pisac, que é um dos principais sítios arqueológicos do Peru. O sítio é bem grande, muitosobe e desce e cuidado para não escorregar!


Pisac também é composta por diversas terraças destinadas à agricultura.








Em Pisac vemos também a forma como os incas enterravam seus mortos. Eles cavavam buracos perpendiculares à parede das montanhas (marquei de vermelho abaixo, mas tem que ampliar). Como eram enterrados com ouro, a maioria dos túmulos foi saqueada pelos espanhóis após a sua descoberta.


A cidade é famosa também pelo seu artesanato local. O mercado de Pisac é um dos mais conhecidos (embora os produtos encontrados lá também sejam encontrados nos demais pontos turísticos, exceto pelas jóias). 


Seguimos para Ollantaytambo, que chamamos carinhosamente de Ollanta. Ollanta reúne a incrível arquitetura inca, com o encaixe perfeito das gingantes pedras que ainda faz você olhar e pensar "não é possível" e uma vista maravilhosa! Foi um templo de adoração (e também li algo sobre ser um forte, mas não estou certa de que a fonte está correta). É, de fato, um dos sítios mais interessantes.

É em Ollanta que se pega o trem para Águas Calientes, então a maioria dos turistas vai de mala. Logo que chegamos, somos indicados pelo guia a guardar nossa mochila em uma barraquinha de artesanato, para pegarmos após a visita à ruína.



A visita começa com uma subida sem fim, paradas nos terraços para descansar e morrer de amores por aquela vista.



Ollanta é um dos únicos sítios que tem um povoado tão perto, quase "dentro" das ruínas. Os incas tinham o hábito de escrever nas suas montanhas, o que foi passado por gerações e até hoje nós vemos alguns morros com escritos do povo peruano.






Chegando no alto, nos deparamos com as maiores pedras (como elas chegaram alí mesmo?!). A regra inca é: quando mais bem trabalhada a pedra (no seu corte e polimento), mais refinado e especial era o local. Geralmente, estes eram os lugares destinados à adoração.



Há basicamente duas formas de chegar ao Machu Picchu: a pé e de trem. A pé, existe a famosa Trilha Inca, pra quem tem disposição e um ótimo condicionamento físico! São 4 dias andando pela trilha que os Incas faziam, sem banho e dormindo pelo caminho. A trilha chega no Machu Picchu por cima, e pretendo um dia conseguir fazer pois deve ser uma experiência inesquecível! Pra quem quer ir a pé mas não quer encarar a trilha Inca, há quem vá também por conta própria, seguindo o caminho dos trilhos do trem, que margeia o Rio Urubamba.

Obviamente, fomos de trem! Existem duas companhias que fazer o trecho: Inca Rail e Peru Rail, ambas com o mesmo serviço. A Peru Rail oferece também um serviço super luxuoso, o Hiram Bingham, pra quem dispo$ição! Sobre este serviço 5 estrelas, há um relato detalhado no blog Turomaquia, um sonho! *.*

Os trens saem de Peroy, Urubamba e Ollantaytambo, no entanto, Ollanta é a estação a mais utilizada pelos turistas por ter mais horários de saída e por facilitar o cronograma de quem está visitando o Vale Sagrado na mesma forma que fizemos. O destino dos trens é a charmosa cidade de Águas Calientes, base para o Machu Picchu. A melhor estratégia é dormir em Águas Calientes para acordar cedinho e subir o Machu Picchu!




Saímos da estação de Ollanta munidas de repelente, e a nossa passagem já havia sido comprada pela agência (para os atrasadinhos de plantão: cheguem na hora ou perderão o trem!) O caminho é lindo, com o Rio Urubamba ao nosso lado e a viagem dura aproximadamente 1:40h. 


Chegamos na estação de Águas Calientes antes de anoitecer, e fomos procurar nosso hotel. Nosso guia (contratado pela agencia de Cusco) chegou em seguida para nos conhecer, e o combinado foi de que o nosso grupo seria de no máximo 10 pessoas, para que o tour fosse melhor aproveitado. Combinamos tudo no hotel na noite anterior. Depois de tudo certo, fomos dar uma volta pela cidade. Tirar algumas fotos e procurar um mercado para comprarmos comida.

Águas Calientes é um vilarejo bastante pobre, mas encantador e com aquele barulhinho delicioso do rio descendo. Conseguimos ver algumas crianças brincando de bola da rua e fiquei imaginando como aquele povo vive tão isolado do resto do mundo. Não sei onde as minhas fotos foram parar :/ segue uma do google...


Dormir naquela noite foi difícil, porque a ansiedade pelo Machu Picchu gritava! Perdi minhas lentes de contato, mas e daí, né?

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