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domingo, 1 de novembro de 2015

PERU 16 - Arequipa: A cidade + Monastério de Santa Catalina

Tudo de ruim que Puno nos fez passar foi compensado em Arequipa. Arequipa é a segunda maior cidade peruana, um destino famoso, e base para visitarmos o Canyon del Colca, o cânion mais profundo do mundo. Além da paisagem em si, no cânion podemos avistar o voo dos condores. Além do cânion, um dos cartões postais de Arequipa é o vulcão Misti. Enfim, uma cidade apaixonante..

Nosso hostel era muito simpático, e o quarto era na cobertura com uma vista linda pra cidade. Finalmente tomamos banho (gente, sério, não dá pra ser limpinha em Puno a 2 graus Celsius sem água quente) e dormimos.

No dia seguinte conhecemos a cidade, que é linda, organizada, limpa e com um clima delicioso!
vista para o Vulcão Misti
                                                         

vista pro Vulcão Misti



Plaza de Armas



Visitamos então, o Monastério de Santa Catalina, um convento desativado. A religião católica em todo o Peru é muito forte, mas muito mais expressiva em Arequipa. É impressionante como os espanhóis chegaram e destruíram tudo relacionado a religião inca, construíram as igrejas sobre os templos e hoje o que resta é apenas história. Poderíamos fazer uma comparação com a colonização brasileira, traçando um paralelo entre os incas e os nossos índios, mas ainda assim não faria jus uma vez que os incas tinham uma religião muito sólida e bem construída (diferente dos índios, cujas crenças variavam de tribo para tribo). Hoje o Peru é um país massivamente católico.

O Monastério de Santa Catalina, fundado no século XVI, tem uma história muito triste. As freiras que moravam lá eram moças de famílias ricas, que  as deixavam lá desde criança, sem nenhuma razão aparente, apenas para ser uma filha a menos para se preocupar com o dote para o casamento. Lá elas ficavam até morrer e algumas não eram sequer visitadas (o convento enviava uma carta às famílias, comunicando sobre a morte).

O convento é muto bonito, mas o ambiente é sóbrio e o clima é PESADÍSSIMO. Os cômodos não tinham iluminação, eram muito úmidos e escuros, enfim, dá pra sentir a tristeza no ar imaginando a vida enclausurada daquelas meninas/mulheres, abandonadas pelas suas famílias e obrigadas a viver uma vida religiosa mesmo sem vocação.


Já a área externa tinha uma decoração bem florida, e com vista pra cidade.



E pra fechar o primeiro dia de Arequipa, essa foto icônica dos ataques dos pombos que me faz rir até hoje (e minha amiga vai me matar!).

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