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domingo, 1 de novembro de 2015

PERU 9 - Cusco: Vale Sagrado dia 1

Dia 1: CORICANCHA + SACSAYHUAMAN + KENKO + TAMBOMACHAY

Saímos do hostel e seguimos para o ponto de encontro do tour, que ficava bem no centro de cusco. Lá, várias pessoas também aguardavam seus ônibus, e podemos notar como é grande a quantidade de crianças vendendo artesanato (e de forma bem persuasiva). É a hora de comprar os 10 chaveirinhos de Lhama por 10 soles. Na verdade até o final da viagem eu acabei comprando bem mais do que 10, todo mundo ganhou lhama, rs. Aproveite para compras souvenirs quando em turismo pela América Latina, porque obviamente souvenir em dólar ou euro é impensável!

Praça central de Cusco

Partimos com destino a Coricancha, que não faz parte do Vale Sagrado, mas faz parte da rota turística. Em Coricancha está o Templo do Sol. Esse é o nosso primeiro contato com alguns termos e definições que irão nos acompanhar por todo o "estudo" do Vale Sagrado. Viracocha, o deus criador de tudo, será nosso brother, sempre mencionado em todo lugar. Outra figura ilustre é Pachamama, a deusa da fertilidade. As histórias girarão em tornos deles dois, por motivos óbvios.
O Templo do Sol foi um templo construído para adoração a Viracocha, e foi gentilmente semi destruído, saqueado e modificado pelos espanhóis, que o transformaram na Igreja de Santo Domingo.









Coricancha é o nosso primeiro contato com a tecnologia inca utilizada para cortar e encaixar as rochas perfeitamente.

A estrutura original do templo de Viracocha se mescla às referencias católicas adicionadas pelos os espanhóis.



Saindo da cidade, subimos em direção ao Vale Sagrado, a primeira parada é Sacsayhuaman, ou "sexy-woman", para os íntimos. Sim, a pronúncia do guia é essa e sim, você tem que segurar o riso. Esse foi o sítio que mais gostei. É inacreditavelmente insano o corte e a posição das pedras. Existem teorias de como os incas cortavam, poliam e encaixavam perfeitamente pedras de mais de 50 toneladas com suas ferramentas rudimentares, e você nota a incredulidade estampada na cara do próprio guia enquanto ele esconde a verdade: não há explicação! Caso você tenha um pé na ufologia, o Peru é um prato cheio, porque, honestamente, essa tecnologia não é desse mundo! Não existe uma especie de cimento entre as pedras. Elas são perfeitamente cortadas e encaixadas umas às outras.













Subindo mais um pouco: Kenko. Nessa hora o soroche (lembra dele? O temido mal de altitude que comentei no post anterior) começou a bater. É estranho, porque não é exatamente uma falta de ar. O ar está lá, e você respira normalmente. A sensação que dá é que aquele ar todo entrando pelos seus pulmões não está servindo de nada, e você vai ficando cada vez mais cansada. A cabeça dói e você fica lerda pra processas as informações. Como o Vale Sagrado é uma subida que parece não ter fim, é bem mais frio do que na cidade, e de quebra ainda estava ameaçando chover. Tomei o remédio que havia comprado no centro. Kenko é interessante porque têm uma uma gruta que seria um labirinto, um teatro ou uma tumba, que podemos visitar.









Mais acima, a última parada do dia: Tambomachay. A essa altura o remédio já estava começando a fazer efeito, e comecei a ficar tonta e muito sonolenta, como se eu tivesse tomado um dramin meio alucinógeno, rs. Chovia muito, estava muito frio e não consegui sair do ônibus. Esse sítio tem uns dutos de água que correm pelas rochas, então eles contam um pouco sobre como funcionava o sistema de irrigação.


(foto da internet)


Voltamos de lá exaustas, e eu só fui melhorar do soroche mais tarde.

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