https://www.google.com/adsense/new/u/0/pub-3159886379608766/home Pega o Mapa!: Março 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

First Family!

Tipo que eu tinha decidido parar de entar no AP Room, pq nenhuma família me adicionava mesmo rsrs, e quando alguma adicionasse, eu receberia o e-mail notificando. Agora só entro de 3 em 3 dias! Fiquei 1 dia sem olhar e-mail, e quando abri ontem à noite, TINHA UMA FAMÍLIA!!

Fiquei super feliz de ter recebido o e-mail dela, feliz tambem em saber que meu app nao é tao ruim assim, afinal. Recebi a notificação da APC e tb um e-mail da host mom. O e-mail era simples, sem graça, 2 linhas, dizendo o básico e perguntando se eu teria interesse em uma entrevista.

Detalhes sobre a family: 4 kids (quase infartei) 2 meninos e 2 meninas. São de uma cidade pequena, no Colorado. Sinceramente nao quero morar no interior, e essa cidade é super 'meio do nada', mas é lógico que nao dispensar nenhuma família só pela localização. O host dad trabalha (claro) e a mom, como ela mesma disse, é 'stay at home mom'.

Mas aí fiquei trisite... triste de ter que dispensar, porque 4 kids, com a mom em casa e no meio do nada nao rola at all! Triste tambem por pensar 'quando será a próxima?'. Fiz o possivel pra responder o e-mail (sem graça) dela de maneira muito gentil, mas aí vem aquela pontinha de angústia: eu nao fecharia com eles por esses motivos, mas será q nao me precipitei? Nao seria melhor ter falado com eles antes? Nao deu nem tempo de curtir a empolgação da '1ª família' , sabe? ...mas sei lá...

...pqp...sei lá...

segunda-feira, 23 de março de 2009

Esperar...e nao desanimar!

Tipo que ontem eu recebi um e-mail da minha agente: '"Carol, e aí como estão as entrevistas??' Eu ri (acho que de desespero), nao tive nenhuma entrevista, quem dirá no plural! Estou a 20 dias on line, e até agora nada...nadinha...mas eu já sabia disso, sabia que nao seria da noite pro dia. Nada é...nao comigo.

Tava super ansiosa pra ficar on, mas sabia que depois disso teria que esperar, então, qual a surpresa? Pensando nas meninas que já estao a mais de 2 meses, sei que nao preciso entrar em pânico agora, mas no fundo, to preocupada...fazer oq? A verdade é que tá difícil pra todo mundo. Algumas tem sorte, outras nao...prefiro pensar que "minha família já tá separadinha pra mim, na hora certa vai acontecer."

A fase do "será que meu app é tão ruim assim?" já passou.

Tem sido muito bom acompanhar o processo das outras meninas (pelos blogs e tb pela comu) ...saber que nao estou sozinha nessa...E nao podia esquecer: Parabénsssss Dani pelo vistooooo!!

Esperar...esperar...e nao desanimar!

You're entitled to your opinion
But it's really my decision
I can't turn back I'm on a mission
If you care don't you dare blur my vision
Let me be all that I can be
Don't smother me with negativity
Whatever's out there waiting for me
I'm going to faced it willingly

I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
Flesh and blood to the bone
See, I'm not made of stone
I've got a right to be wrong
So just leave me alone

Right To Be Wrong - Joss Stone


Bjoss!

terça-feira, 17 de março de 2009

(Consciência) Ambiental

Vocês já viram aquela propaganda 'One Dregree Less', né? 'Pintem seus telhados de branco e diminuam a temperatura em até 1 grau'. Fiquei curiosa pra saber como a coisa funcionava e fui no site pra ver de qual que era. E é o seguinte: a tinta branca do seu telhado irá refletir até 60% dos raios solares, o que diminui a temperatura da sua casa e também a emissão de CO2. "Tetos brancos reduzem a temperatura, combatem o excesso de CO2 e retardam o aquecimento global". Estima-se que essa diminuição de temperatura equivalha a uma economia de 20 a 70% de energia elétrica, que seria gasta com ar-condicionados. A inclusão do 'telhado branco' no padrao da construção civil também é cogitada. Quem assina o Estudo Científico é o Green Building Council.

Pra quem tá estranhando esse post tão 'sócio-ambiental', quero deixar claro que acho a questão importante sim, só nao concordo que deva ser tratada como o mesmo grau de importância em todos os países do mundo. Um país com o nosso tem outras urgências sociais que não condizem com todo esse investimento em salvar a Amazonia, por exemplo. Essa história de 'pulmão do mundo' já caiu por terra e já tá na hora de mudar o disco! Mas acredito que a idéia do '1 Degree Less' seja realmente boa e precise ser melhor trabalhada/exposta pela mídia, pois está ao alcance de todos. Convenhamos que é mais fácil comprar uma lata de tinta do que pendurar uma bandeira gigante no braço do Cristo Redentor (ou outras estripulias do Greenpeace e ONG's do gênero). É mais barato e, principalmente, mais eficaz.

Agora, mudando (mas nem tanto) de assunto: Falabella, francamente, 1 bilhão de euros pra Amazônia?! Aquela briga toda pela porr# do pen drive e você doa o dinheiro pra A-m-a-z-ô-n-i-a?? O que que foi isso? A Globo te pressionou tanto pra acabar logo com essa novela chata que nao teve tempo de pensar em nada mais criativo? Não sabia o que fazer com tanto dinheiro? ..., ..., ...!

segunda-feira, 9 de março de 2009

8 de março...

Depois que (o sem noção do) meu pai ligou aqui pra casa, eu antedi, e ele disse que havia ligado só pra desejar 'Feliz Dia Internacional da Mulher' pra minha MAE (e somente pra ela, pq como já disse, é um sem noção) segue a minha (tardia) homenagem à todas nós!

O texto é hilário e de autoria desconhecida:

TENTA SIM, VAI FICAR LINDO!

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha.
Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei Surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- .é...

é, isso. Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo super natural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se ansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, ta ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda Estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo.
Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos.

Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha. Como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até
bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

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E ainda tem homem que se pergunta 'pq nao existe um dia pra eles'. Francamente...voces mal aguentam a rotina de trabalho, quem dirá o combo trabalho + depilação + TPM. Sem chance!!

Bjoss!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Um ano Sabático

A maioria que opta por fazer o programa de au pair é universitária, quando já nao é formada. Entao a pergunta é "porque largar tudo pra passar um ano num outro país cuidando de crianças, sendo que muito provavelmente voce nao precisa desse tipo de trabalho no Brasil?"

Segue abaixo um trecho de um texto que fala exatamente sobre o assunto. Parece até que foi escrito pra mim, hehehe. Take a look:

"Não tem nada a ver com férias compridas, chutar tudo para o alto e ir se curar do estresse ou do burnout - a versão explosiva da estafa provocada pelo trabalho. Embora a idéia possa surgir dessas condições adversas, tirar um período 'sabático' não é sinônimo de jogar a toalha ou cometer suicídio profissional. É um tempo especial que elegemos para nossa vida, com objetivo claro e, preferencialmente, um plano definido. Uma temporada fora do trabalho, que pode durar de dois meses a um ano ou mais. E pra quê? Para muitas coisas, a começar por uma saudável guinada na vida para aumentar a motivação na carreira. Ou uma alternativa bem mais prudente que pedir demissão daquele emprego que não entusiasma mais. A decisão pelo sabático, porém, não precisa estar ligada à insatisfação. Você pode simplesmente sentir necessidade de evoluir, de aprender para poder dar o passo seguinte. Se tiver uma poupança gorducha ou um saldo bancário que permita, o programa natural é um curso especial em uma área de conhecimento que vá fazer diferença na sua ocupação profissional. Mas o modelo do estudo pago ou da bolsa conquistada não é o único. Nem necessariamente o melhor. Com ousadia, visão e criatividade, muitas escolhas para o sabático dispensam reservas financeiras.

O que diferencia o sabático de uma aventura improvisada é que ele tem uma proposta clara, por menos convencional que ela pareça: você vai aprender, crescer, mudar o modelo mental. E voltar melhor, no momento certo (mesmo que essa volta possa ser adiada ao longo da temporada)." Revista Criativa - Os benefícios de um ano sabático.

Saber qual o momento certo vai depender de cada uma, mas acredito que quanto menor o nº de coisas das quais abrir mao aqui (inclundo oportunidades de trabalho, faculdade, namoro, família, etc) tanto maior deverá ser a coragem de arriscar tudo.

Bjoss!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Os contratempos são muitos...

Eu adoro meu nome, mas tem horas que o fato dele ser comum de mais me irrita! Nao que eu queira 'exclusividade', pq nao ser a única Carol nas salas de aula já é super comum...entao de que que eu to falando? Vou explicar: A papelada do programa já estava atrasada (sem dúvidas a relação amor-ódio entre voce e seu application e-x-i-s-t-e! Nao aguentava mais ter que responder àquele moooonte de coisas, pensar em respostas criativas e difirentes pras mesmas perguntas que sao feitas de maneiras diferentes, mas no final sao as mesmas perguntas! Aff, cansativo ao extremo.) Depois da entrega dos docs dia 13/01, nao entendia o porque da demora em ser enviado pra SP.

Apesar de ter sido bem atendida pela STB, eles de fato estavam num momento muito desorganizado! Todo o programa de AuPair é concentrado em uma pessoa, que estava de férias, logo, o 'substituto' nao sabia me dar as informações. Nao culpo nem um dos dois, culpo a agencia que estava mal preparada e acabei tendo azar com isso. Depois de muitos e-mails trocados descubro que meus papéis nao haviam sido enviados a SP pq EU tinha ligado e CANCELADO o programa, com a justificativa de quem o dolar tava muito caro, e tal. COMO ASSIM?? NAO CANCELEI NADA! Respirei fundo e tentei entender o q estava acontecendo, depois de 1 dia recebi o pedido de desculpas, pois o MEU programa havia sido cancelado pq uma CAROL ligou pra lá cancelando. OUTRA Carol. No final das contas perdi 2 semanas com essa desorganização da STB e mais 2 com os papeis indo pra SP. Meu aceite só saiu quase 2 meses depois da entrega dos papéis. Contratempos à parte, a STB é uma boa agencia.

Paciência acima de tudo!! A gente sempre acha que 'esse tipo de coisa só acontece comigo', mas tenho acompanhado o blog de outras meninas e nao tem sido fácil pra ninguem! Agora que o bendito aceite saiu, tenho que aguardar - o menos ansiosa possível - pelo contato das famílias, que, por sua vez, estao diminuindo devido à essa crise.

A gente sempre tem a esperança de achar uma família no GAP, mas de 10 e-mails que chegam, só 2 sao dos EUA e nenhuma família tem interesse em entrar pra agencia. Cadastros em outros programas tipo o GAP? Fiz em alguns e nenhum presta! Vamos ver o quanto vai demorar...espero que nao muito! Desistir do programa? Nem tao cedo! Os contratempos sao muitos, mas sei que vai valer a pena!

Bjoss!

terça-feira, 3 de março de 2009

Novos ares...

Antes tarde do que nunca! Voltei, to viva, to bem...rs. Esse péríodo 'férias-canaval' foi puxado (e muito bom!) mas acabou! Os que acompanham o blog devem saber que to no processo pra ser AuPair (babá) nos EUA, mas só agora vou começar a postar sobre isso, pois agora, de fato, o processo tá andando. Meu Deus, demorou mas tá indo!

Decidi usar o blog, nao só pra arquivar todos os detalhes do processo (e que processo), mas tb pra compartilhar com as meninas que também estão no mesmo barco.

Assim sendo, o blog deixa de falar tanto sobre a vida alheia e passa a ter mais comentários sobre os erros, acertos e expectativas de quem tá 100% empolgada com a viagem e ainda não tem um plano B pro caso dela falhar...bem, ainda to trabalhando nisso, prometo que vou conseguir, mas acima de tudo, estou otimista! Todo mundo sabe que o único empecilho é o visto ser negado, e caso isso aconteça já adianto que vou tentar de novo, e de novo, até...até conseguir ou mudar de rumo! E não quero mais falar sobre o assunto, preciso de pensamentos positivos!! O foco agora é encontrar a familia. Vamos com calma, passo a passo ;)

Como andei sem postar por quase 2 meses e agora decidir mudar um pouco a cara do blog, ainda to acertarndo alguns detalhes do layout...então... no próximo post vou falar mais sobre o programa e tal, mas já aviso que não abro mao de continuar metendo o bedelho nos babados alheios, então, vamos ver no que dá!

Bjoss!